Na Semana Nacional de Mobilização e Luta Contra a Tuberculose (24 a 31/03), o Maranhão acende um alerta: os casos da doença apresentam crescimento exponencial. Segundo o Boletim Epidemiológico de 2024, o estado registrou cerca de 3 mil casos e 200 óbitos confirmados. A doença já supera a Covid-19 e a AIDS como a principal causa de morte por agente infeccioso único no mundo.

A incidência no estado saltou de 30 casos por 100 mil habitantes em 2020 para 40,3 em 2024. O perfil mais atingido são homens (66%) acima dos 15 anos. O cenário reflete a situação nacional, onde o Brasil registrou mais de 85 mil infecções, distanciando-se das metas de erradicação da OMS.

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Um estudo recente publicado na ScienceDirect revela um dado preocupante: 82,4% dos casos analisados eram assintomáticos no momento do diagnóstico. A Dra. Maria Cecília Maiorano, coordenadora da Afya Educação Médica, enfatiza que a ausência de sintomas clássicos não descarta a doença. “É crucial buscar avaliação médica se houve exposição a casos confirmados, mesmo que o paciente se sinta bem”, alerta.

Embora muitos casos sejam silenciosos, os sinais de alerta incluem tosse por mais de três semanas, febre, suor noturno e perda de peso. O tratamento é gratuito pelo SUS, dura no mínimo seis meses e a adesão total é a única forma de garantir a cura e evitar cepas resistentes.

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